Pe. Agostinho Tavares, Cssp



 

(conteúdo do testemunho é de responsabilidade do autor)

A Luz de Medjugorje

Uma vez apenas fui em peregrinação a Medjugorje, sabendo que se a Igreja ainda não declarou a autenticidade das aparições, ofereceu-nos a liberdade de ir até lá em peregrinação e acolher, com renovada fé, o amor de Deus, que por Maria se nos dá em abundantes graças de vida nova no Espírito. 
        
Já tinha lido dois ou três livros sobre Medjugorje que me impressionaram. Mas só me decidi a ir até lá depois que um amigo trouxe uma mensagem da Gospa para mim.
 
O que encontrei naquele lugar abençoado pela presença de Maria? Que luz nos oferece Medjugorje?
 
Quando fala de Medjugorje, muita gente manifesta particular interesse pelo que possa haver de miraculoso, de profético e apocalíptico nas mensagens e nos segredos que a Gospa tem comunicado aos videntes. Mas não está aí o mais importante da mensagem de Medjugorje. Não é nisso que insistem os videntes. E quem ler com atenção as mensagens da Senhora, isso mesmo pode concluir.
 
O mais importante é o apelo constante que a Rainha da Paz nos faz no sentido de irmos a Jesus, convidando-nos à conversão, a colocar Deus no centro da nossa vida, a dar-lhe o primeiro lugar no nosso coração, a deixar que o amor, a paz e a alegria do Senhor entrem no nosso coração e passem para os irmãos.
 
Podemos ir a Medjugorje com espírito de curiosidade, à procura de milagres, ou para pedir que nos cure de alguma doença. Mas o maior milagre, a maior cura é a cura do espírito, é a conversão que pude constatar em muitos corações que atendi no sacramento da reconciliação.
 
Impressionou-me em Medjugorje o grande ambiente de fé, as longas horas em que uma multidão de peregrinos permanecia em oração, o silêncio que se fez no momento em que a Gospa apareceu a Ivan, a alegria que brilhava no rosto dos que percorriam, montanha acima, a via-sacra, a simplicidade e a alegria com que os videntes davam testemunho das Aparições.
 
Não vi milagres. Não fui objeto de milagres. Mas encontrei, no dia do regresso, no aeroporto, um barman que, se me dirigiu em inglês a fim de dar testemunho do milagre com que fora agraciado pela Rainha da Paz, havia 5 anos, estava ele, paraplégico, numa cadeira de rodas, diante do Cristo ressuscitado, quando impelido por uma extraordinária força se pôs de pé e começou a andar; e ali estava agora no rodopio a que caracteriza a vida de quem é barman num frequentado aeroporto.
 
Que a Rainha da Paz e o seu querido Filho Jesus te abençoe, irmão ou irmã quem dirijo este simples e breve testemunho.
 
Agostinho Tavares, Cssp
[Missionário do Espírito Santo]
Fátima, 19 de Abril de 2013

 


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